Agroindústria
Beneficiamento de arroz em Tomé-Açu – PA
Engenhos e beneficiadoras de arroz que atendem Tomé-Açu. Compare e fale direto pelo WhatsApp.
Ainda não há anunciantes de beneficiamento de arroz em Tomé-Açu
Procurando beneficiamento de arroz? Logo abaixo estão o guia para escolher bem e as cidades próximas, onde pode haver quem atenda Tomé-Açu.
Você trabalha com beneficiamento de arroz e atende Tomé-Açu? Esta é a página que aparece para quem procura beneficiamento de arroz em Tomé-Açu. Seja o primeiro: o seu anúncio aparece aqui, no topo, com o seu WhatsApp e fotos.
Como escolher beneficiamento de arroz
Engenhos e beneficiadoras recebem o arroz em casca, secam, armazenam e transformam o grão em arroz branco, parboilizado ou integral. Para o orizicultor, o engenho pode ser o comprador da safra ou um prestador de serviço que beneficia o produto para venda própria.
Venda em casca ou beneficiamento por encomenda
Na venda direta, o engenho paga pelo arroz em casca, com preço referenciado em saca e ajustado pela qualidade. No beneficiamento por encomenda, o produtor continua dono do arroz, paga pelo serviço e recebe de volta o produto beneficiado e embalado, além dos subprodutos combinados, como quirera e farelo. A segunda opção dá mais margem, mas exige marca própria ou compradores firmes.
Muitos engenhos também secam e guardam o arroz depositado, cobrando armazenagem mensal até que o produtor decida vender.
Itens para colocar no contrato com o engenho
- Rendimento de inteiros e quebrados usado como base e a regra de ágio e deságio.
- Descontos por umidade, impureza e defeitos, com a tabela anexada ao contrato.
- Custo de secagem, armazenagem mensal e quebra técnica de peso.
- Prazo de pagamento e referência de preço na data da venda.
- Direito de acompanhar a amostragem e de pedir contraprova.
Cuidados na entrega do arroz
Separe lotes de cultivares diferentes: o engenho paga melhor por lote uniforme, e alguns tipos têm mercado próprio, como o arroz destinado à parboilização ou os especiais. Colha no ponto certo de umidade e evite deixar o arroz úmido esperando secagem, o que aumenta grãos amarelos e ardidos.
Confira o ticket de pesagem e o laudo de classificação de cada carga e mantenha uma amostra lacrada até o acerto final. Se o arroz ficar depositado no engenho, peça comprovante de depósito com quantidade, classificação e condições de retirada.
Beneficiamento de arroz em Tomé-Açu: o agro local em números
Com 72.326 moradores, Tomé-Açu é uma cidade de pequeno porte do Pará. No campo, o dendê lidera as lavouras (43.560 hectares) e o rebanho bovino soma 141 mil cabeças. O campo responde por 24% da economia do município, pelos dados de 2021. Veja o que os dados do IBGE mostram sobre a demanda por beneficiamento de arroz na cidade.
A produção de arroz em Tomé-Açu
Em 2025, o arroz ocupou 800 hectares em Tomé-Açu e rendeu 1.200 toneladas, que valeram R$ 1,9 milhão. É a 13ª lavoura do município em valor, com 0,2% do total.
O rendimento médio foi de 1.500 kg por hectare, e o município respondeu por 0,9% da produção do Pará.
Grãos em Tomé-Açu
Tomé-Açu dedicou 5.100 hectares aos grãos em 2025, de acordo com o IBGE. Lideram soja (2.500 hectares), milho (1.600 hectares) e arroz (800 hectares).
São 15.151 toneladas de grãos para secar, guardar, transportar e vender.
O que se planta em Tomé-Açu
Em 2025, Tomé-Açu colheu 67.593 hectares de lavouras, que somaram R$ 1,16 bilhão em valor de produção. O dendê responde por 45% desse valor, com 43.560 hectares, seguido de pimenta-do-reino (4.000 hectares) e cacau (5.214 hectares).
Com 653 mil toneladas, o município respondeu por 20% da produção estadual de dendê. 17 culturas diferentes aparecem na pesquisa para Tomé-Açu. A área plantada cresceu 196% desde 2015, quando somava 22.855 hectares.
Estrutura fundiária de Tomé-Açu
São 3.050 propriedades rurais em Tomé-Açu pelo Censo de 2017, em 240 mil hectares (média de 79 hectares). As propriedades com menos de 50 hectares eram 85% do total; as 37 com mil hectares ou mais somavam 40% da área.
A atividade principal mais comum era lavouras permanentes, em 1.639 estabelecimentos, seguida de lavouras temporárias (1.241). 87% eram de agricultura familiar.
A frota das propriedades de Tomé-Açu
No Censo Agropecuário de 2017, as propriedades de Tomé-Açu tinham 595 tratores, distribuídos em 344 estabelecimentos (11% do total). A maior parte da frota (86%) tinha menos de 100 cv. Com 67.593 hectares de lavouras colhidas em 2025, a conta dá 8,8 tratores por mil hectares.
Onde encontrar beneficiamento de arroz perto de Tomé-Açu
Cidades próximas com página de beneficiamento de arroz: Igarapé-Miri (103 km, onde o açaí lidera as lavouras), Tailândia (108 km, onde o arroz ocupa 1.400 hectares), Paragominas (109 km, onde o arroz ocupa 3.000 hectares) e Abaetetuba (112 km, onde o açaí lidera as lavouras). No perfil de cada anunciante aparece a lista de cidades atendidas.
Ainda não há anunciantes de beneficiamento de arroz publicados para Tomé-Açu; enquanto isso, as cidades vizinhas podem ter quem atenda a sua propriedade.
Fonte: IBGE – Produção Agrícola Municipal 2025 e Censo Agropecuário 2017.
Perguntas frequentes
Como achar beneficiamento de arroz que atendem Tomé-Açu?
Ainda não há anunciantes publicados para Tomé-Açu nesta categoria. As cidades mais próximas com página são Igarapé-Miri (103 km) e Tailândia (108 km).
Quanto Tomé-Açu produz de arroz?
Em 2025, foram 1.200 toneladas de arroz em 800 hectares colhidos, com valor de R$ 1,9 milhão (IBGE).
Qual é o perfil agropecuário de Tomé-Açu?
Pelos dados mais recentes do IBGE, em Tomé-Açu o dendê lidera as lavouras (43.560 hectares) e o rebanho bovino soma 141 mil cabeças. O Censo Agropecuário de 2017 contou 3.050 estabelecimentos rurais, com 87% de agricultura familiar.
Como anunciar beneficiamento de arroz para Tomé-Açu?
Use o botão "Anunciar meu negócio", escolha a categoria e as cidades que você atende e o plano. Depois do pagamento e da avaliação da equipe, o anúncio é publicado.