Serviços Ambientais e Fundiários
Recuperação de áreas degradadas em Tomé-Açu – PA
Empresas de PRAD, restauração florestal e plantio de nativas que atendem Tomé-Açu. Compare e fale direto pelo WhatsApp.
Ainda não há anunciantes de recuperação de áreas degradadas em Tomé-Açu
Procurando recuperação de áreas degradadas? Logo abaixo estão o guia para escolher bem e as cidades próximas, onde pode haver quem atenda Tomé-Açu.
Você trabalha com recuperação de áreas degradadas e atende Tomé-Açu? Nos últimos 90 dias, esta página foi visitada 3 vezes. Seja o primeiro: o seu anúncio aparece aqui, no topo, com o seu WhatsApp e fotos.
Como escolher recuperação de áreas degradadas
Recuperar uma área degradada vai além de plantar mudas. Seja para cumprir um termo de compromisso, regularizar APP e reserva legal pelo CAR ou devolver produtividade a uma área erodida, o trabalho exige diagnóstico, escolha da técnica e anos de manutenção até a vegetação se sustentar sozinha.
Como escolher a empresa de restauração
- Responsável técnico habilitado, com ART do projeto e da execução.
- Origem das mudas e sementes: viveiro com registro no Ministério da Agricultura e espécies nativas adequadas ao bioma.
- Experiência em projetos já aprovados e áreas recuperadas que possam ser visitadas.
- Plano de manutenção com coroamento, controle de capim exótico, combate a formigas e replantio de falhas.
- Relatórios de monitoramento no formato exigido pelo órgão ambiental.
O que comparar entre as propostas
Compare o número de espécies e de mudas por hectare, o espaçamento, o preparo do solo, a adubação de plantio e, principalmente, por quantos anos a manutenção está incluída. Um preço baixo costuma vir sem manutenção, e o plantio se perde no primeiro período seco ou tomado pela braquiária.
Pergunte se a empresa garante a reposição das mudas mortas e até qual índice de sobrevivência, e como cobra visitas e relatórios adicionais.
Proteção da área durante a recuperação
Isole a área do gado com cerca, mantenha aceiros contra fogo e evite deriva de herbicida das lavouras vizinhas. Guarde protocolos, fotos datadas e relatórios: eles comprovam o cumprimento do compromisso ambiental e evitam questionamentos na fiscalização ou na venda do imóvel.
Recuperação de áreas degradadas em Tomé-Açu: o agro local em números
Em Tomé-Açu (PA), o dendê lidera as lavouras (43.560 hectares) e o rebanho bovino soma 141 mil cabeças. A cidade tem perto de 72 mil habitantes. O campo responde por 24% da economia do município, pelos dados de 2021. Reunimos a seguir os dados oficiais que mais pesam para quem procura recuperação de áreas degradadas aqui.
O gado de Tomé-Açu em números
Tomé-Açu tinha 141 mil cabeças de bovinos em 2025 (0,6% do rebanho do Pará), de acordo com o IBGE. O rebanho cresceu 41% desde 2015 (101 mil cabeças).
No Censo Agropecuário de 2017, 147 dos 3.050 estabelecimentos do município tinham a pecuária como atividade principal, ocupando 103 mil hectares.
As propriedades rurais de Tomé-Açu
São 3.050 propriedades rurais em Tomé-Açu pelo Censo de 2017, em 240 mil hectares (média de 79 hectares). 85% tinham menos de 50 hectares, enquanto as 37 áreas de mil hectares ou mais concentravam 40% da terra.
Pela atividade principal, a ordem era lavouras permanentes (1.639), lavouras temporárias (1.241) e pecuária (147). A agricultura familiar respondia por 87% dos estabelecimentos.
O que se planta em Tomé-Açu
R$ 1,16 bilhão: esse foi o valor da produção das lavouras de Tomé-Açu em 2025, numa área colhida de 67.593 hectares. Dendê é a principal lavoura: 43.560 hectares e 45% do valor gerado no campo. Em seguida vêm pimenta-do-reino (4.000 hectares) e cacau (5.214 hectares).
Com 653 mil toneladas, o município respondeu por 20% da produção estadual de dendê. A lista do IBGE para o município tem 17 produtos com área colhida. Dez anos antes, em 2015, a área plantada era de 22.855 hectares; desde então, cresceu 196%.
Economia de Tomé-Açu e o campo
O PIB de Tomé-Açu foi de R$ 1,75 bilhão em 2023, cerca de R$ 24.147 por habitante. Em 2021, a agropecuária respondeu por 24% do valor adicionado do município, contra 12% da indústria. Só as lavouras somaram R$ 1,16 bilhão em valor de produção em 2025, e o leite, mais R$ 1,9 milhão.
Mecanização no campo em Tomé-Açu
O Censo de 2017 contou 595 tratores em Tomé-Açu; 11% dos estabelecimentos rurais tinham ao menos um. A maior parte da frota (86%) tinha menos de 100 cv. Para a área de lavouras de 2025 (67.593 hectares), são cerca de 8,8 tratores a cada mil hectares.
Recuperação de áreas degradadas em Tomé-Açu e arredores
Fora de Tomé-Açu, as páginas mais próximas desta categoria são Igarapé-Miri (103 km, com 5.300 cabeças de gado), Tailândia (108 km, com 105 mil cabeças de gado), Paragominas (109 km, com 376 mil cabeças de gado) e Abaetetuba (112 km, com 55.000 cabeças de gado). No perfil de cada anunciante aparece a lista de cidades atendidas.
Ainda não há anunciantes de recuperação de áreas degradadas publicados para Tomé-Açu; enquanto isso, as cidades vizinhas podem ter quem atenda a sua propriedade.
Fonte: IBGE – Pesquisa da Pecuária Municipal 2025, Censo Agropecuário 2017, Produção Agrícola Municipal 2025 e PIB dos Municípios (2021 e 2023).
Perguntas frequentes
Como achar recuperação de áreas degradadas que atendem Tomé-Açu?
Ainda não há anunciantes publicados para Tomé-Açu nesta categoria. Confira ainda Igarapé-Miri (103 km) e Tailândia (108 km), que ficam perto.
Qual é o tamanho do rebanho bovino de Tomé-Açu?
141 mil cabeças em 2025, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE, ou 0,6% do rebanho do Pará.
O que se produz no campo em Tomé-Açu?
Pelos dados mais recentes do IBGE, em Tomé-Açu o dendê lidera as lavouras (43.560 hectares) e o rebanho bovino soma 141 mil cabeças. O Censo Agropecuário de 2017 contou 3.050 estabelecimentos rurais, com 87% de agricultura familiar.
Atendo Tomé-Açu. Como apareço nesta página?
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