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Sensores agrícolas e de solo em Matão – SP
Fornecedores de sensores de umidade, solo e clima que atendem Matão. Compare e fale direto pelo WhatsApp.
Ainda não há anunciantes de sensores agrícolas e de solo em Matão
Procurando sensores agrícolas e de solo? Logo abaixo estão o guia para escolher bem e as cidades próximas, onde pode haver quem atenda Matão.
Você trabalha com sensores agrícolas e de solo e atende Matão? Esta é a página que aparece para quem procura sensores agrícolas e de solo em Matão. Seja o primeiro: o seu anúncio aparece aqui, no topo, com o seu WhatsApp e fotos.
Como escolher sensores agrícolas e de solo
Sensores de solo e de clima medem continuamente umidade, temperatura, condutividade elétrica e outras variáveis no ponto onde estão instalados. Usados com critério, ajudam a decidir quando e quanto irrigar, a acompanhar a água disponível para a lavoura e a registrar as condições do ambiente ao longo do ciclo.
Tipos de sensores de umidade do solo
Sondas capacitivas e de reflectometria medem o teor de água em várias profundidades ao longo do perfil, com leituras frequentes enviadas por rádio ou rede celular. Tensiômetros medem a força com que o solo retém a água, informação ligada diretamente ao esforço da raiz para absorvê-la; são simples e baratos, mas exigem manutenção frequente.
A leitura de muitos sensores depende do tipo de solo. Sem calibração para a textura local, o valor absoluto pode ficar distante do real, embora a tendência de subida e descida continue útil.
O que perguntar ao fornecedor de sensores
- O sensor é calibrado para o seu tipo de solo ou permite calibração local?
- Em quais profundidades mede, e como isso se encaixa na zona de raízes da cultura?
- Como os dados chegam: aplicativo, plataforma na internet ou exportação de planilhas?
- Qual a autonomia da bateria ou do painel solar e o alcance da comunicação na sua área?
- Quais as mensalidades, a garantia e o prazo de troca em caso de defeito?
Manutenção e uso dos dados do solo
Sinalize os sensores para evitar danos por máquinas e retire-os antes de operações de preparo do solo. Confira periodicamente leituras discrepantes ou paradas, que indicam falha de comunicação ou de bateria. O maior ganho vem de definir, com o agrônomo, limites de umidade para iniciar e encerrar a irrigação e acompanhar se a decisão está sendo seguida no campo.
Sensores agrícolas e de solo em Matão
Em Matão (SP), a laranja lidera as lavouras (4.200 hectares) e o rebanho bovino soma 5.200 cabeças. A cidade tem perto de 81 mil habitantes. A economia gira mais em serviços e indústria: a agropecuária tem 1,7% do valor adicionado (2021), e a cidade funciona como polo de compras e serviços para a zona rural ao redor. Os números abaixo, do IBGE, ajudam a entender a procura por sensores agrícolas e de solo no município.
O que se planta em Matão
A área colhida em Matão chegou a 27.402 hectares em 2025, com R$ 471 milhões de valor da produção agrícola. A laranja responde por 43% desse valor, com 4.200 hectares, seguida de cana-de-açúcar (17.500 hectares) e soja (3.000 hectares).
Foram 146 mil toneladas de laranja, 1,2% de tudo o que se colheu dessa cultura no estado. 13 culturas diferentes aparecem na pesquisa para Matão. A área plantada cresceu 26% desde 2015, quando somava 21.820 hectares. Na prática, a procura por sensores agrícolas e de solo acompanha a safra da laranja, mais intensa entre maio e dezembro.
Mecanização no campo em Matão
O Censo de 2017 contou 291 tratores em Matão; 63% dos estabelecimentos rurais tinham ao menos um. Só 32% dos tratores tinham 100 cv ou mais; predominam máquinas menores, típicas de propriedades médias e pequenas. Para a área de lavouras de 2025 (27.402 hectares), são cerca de 10,6 tratores a cada mil hectares.
Quem produz em Matão
O Censo Agropecuário de 2017 contou 171 estabelecimentos rurais em Matão, somando 37.313 hectares, com média de 218 hectares cada. 81% tinham menos de 50 hectares, enquanto as 6 áreas de mil hectares ou mais concentravam 17% da terra.
Pela atividade principal, a ordem era lavouras temporárias (54), pecuária (50) e lavouras permanentes (37). A agricultura familiar respondia por 50% dos estabelecimentos.
Economia de Matão e o campo
O PIB de Matão foi de R$ 7,65 bilhões em 2023, cerca de R$ 94.407 por habitante. Em 2021, a agropecuária respondeu por 1,7% do valor adicionado do município, contra 46% da indústria. Só as lavouras somaram R$ 471 milhões em valor de produção em 2025, e o leite, mais R$ 2,9 milhões.
Atendimento em Matão e região
Vale comparar com sensores agrícolas e de solo das cidades vizinhas: Taquaritinga (27 km, onde a cana-de-açúcar lidera as lavouras), Araraquara (28 km, onde a cana-de-açúcar lidera as lavouras), Jaboticabal (39 km, onde a cana-de-açúcar lidera as lavouras) e Monte Alto (40 km, onde o limão lidera as lavouras). No perfil de cada anunciante aparece a lista de cidades atendidas.
Ainda não há anunciantes de sensores agrícolas e de solo publicados para Matão; enquanto isso, as cidades vizinhas podem ter quem atenda a sua propriedade.
Fonte: IBGE – Produção Agrícola Municipal 2025, Censo Agropecuário 2017 e PIB dos Municípios (2021 e 2023).
Perguntas frequentes
Quem oferece sensores agrícolas e de solo em Matão?
Ainda não há anunciantes publicados para Matão nesta categoria. Vale olhar também as páginas de Taquaritinga (27 km) e Araraquara (28 km).
Quais são as principais lavouras de Matão?
Pelo IBGE (2025), as maiores em valor são laranja, cana-de-açúcar e soja. A área colhida total foi de 27.402 hectares.
Qual é o perfil agropecuário de Matão?
Pelos dados mais recentes do IBGE, em Matão a laranja lidera as lavouras (4.200 hectares) e o rebanho bovino soma 5.200 cabeças. O Censo Agropecuário de 2017 contou 171 estabelecimentos rurais, com 50% de agricultura familiar.
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